sábado, 28 de março de 2009

SEGUINDO EM FRENTE
Você ou pode conviver com seus problemas, reclamar deles e permitir que o arrastem para baixo; ou pode se levantar, fazer alguma coisa a respeito deles e se posicionar mediante uma atitude melhor e mais produtiva.
Quando surge um problema, você faz um esforço real para encará-lo de frente e superá-lo, ou se resigna e se entrega, ficando à mercê da aflição que ele provoca em você? Pode parecer fácil a curto prazo permitir que problemas se empilhem, mas vai chegar um momento em que eles vão martirizá-lo num nível insuportável.
Faça hoje um bem enorme a si mesmo: encare com coragem aquilo que o está levando para baixo, e faça alguma coisa a respeito. Claro que isso vai exigir um esforço extra da sua parte. É inclusive óbvio que será mais fácil deixar as coisas da maneira em que estão. No entanto o esforço, a dedicação e o disciplinado empenho com que você vai lutar para resolver o problema trará preciosos benefícios hoje, no próximo mês e nos anos que hão de vir.
Os problemas que você está enfrentando podem parecer difíceis e bastante desconfortáveis. Essa é mais uma razão para tentar superá-los o mais rapidamente possível. Confiado no poder e na graça de Deus, enfrente-os, peça ajuda, compartilhe com amigos leais, não se isole e você verá a sua vida ganhar uma nova riqueza, com brilho e segurança.

sábado, 21 de março de 2009

Escola, TV e seus preconceitos

Existem muitos preconceitos que impedem e atrapalham a relação entre escola e televisão. Isso acontece porque pais e educadores ainda não sabem lidar com as informações que seus filhos e alunos recebem através desse poderoso veículo de comunicação.
A influência que a TV exerce sobre nossas crianças e adolescente, e até adultos é muito forte e é impossivel dizer que um dia ela deixará de ser o centro das atenções dos lares brasileiros. Sabemos que essa influência não pode ser considerada boa, uma vez que contradiz valores essenciais para a formação de uma sociedade bem ajustada.
Hoje a televisão educa muito mais que pais e profesores, e esta nao é uma educação que liberta, mas que aprisiona nossas crianças e adolescentes em modismos, atitudes e pensamentos, que os faz acreditar na conquista de uma liberdade que eles nunca alcançarão, até que desenvolvam uma visão crítica sobre o conteúdo dos programas que assistem.
É nesse momento que os preconceitos vem à tona: "TV não presta!", "Só tem baixaria!", "Não ensina nada de bom!", "Tem muita violência!", "A escola educa, a tv deseduca!". E por aí vão as críticas à televisão.
Precisamos entender que emissoras de TV sao empresas que fabricam programas, programas que dão audiência, audiência que gera dinheiro. Dessa forma, me parece que a TV esta cumprindo bem o seu papel, seu objetivo é o retorno financeiro, ela nao se importa com a qualidade dos programas que veicula.
Como educadores nao podemos negar que nossos educandos são fieis imitadores dos seus programas preferidos e que jamais deixarão de assisti-los só porque dissemos que aquele programa não é bom. Então, o que fazer?
Já que não ha como banir a TV da vida de nossos alunos, precisamos criar estratégias para que ela nao prejudique o nosso trabalho e ainda possa auxiliá-lo.
Assim como aprendem somar, subtrair, ler e escrever, por meio de métodos e técnicas do professor, nossos alunos precisam aprender a assistir TV, treinando seu olhar, desenvolvendo uma visao crítica. E essa nao é uma tarefa fácil, pois estará diretamente relacionada a visão crítica que seus educadores e seus pais ja desenvolveram.
No momento em que os educadores aprendem a educar o proprio olhar, eles conseguem conduzir seus educandos nesse caminho e podem utilizar a TV em sala de aula, fazendo com que aquele programa de péssima qualidade seja sua poderosa ferramenta educacional.
Assim, em vez de dizer "Não assista!", eles ensinarão "Como e por quê assistir" e os próprios alunos decidirão "o quê assistir".
Não é facil romper com paradigmas e quebrar preconceitos, mas a essência de todo professor é vencer desafios!


quarta-feira, 11 de março de 2009

A utilização do laboratório de informática nas escolas

Visitei a Escola Municipal Juarez Antunes, e conversei com a professora Marilda, responsável pelo laboratório de informática.

Ela me informou que há 13 anos desempenha esta função na escola. As turmas têm aulas quinzenais. A turma é dividida em dois grupos: um grupo fica em sala com o professor, o outro vai para o laboratório de informática e cada dois alunos compartilham do mesmo computador.

A escola não trabalha com programas específicos, desenvolvidos para o fim educacional. O programa utilizado por toda a rede municipal de ensino é o B R Office – Linux – por ser de fácil acesso e baixo custo. Os alunos têm a oportunidade de criar e editar textos, vídeos, imagens e podem acessar a intranet.

Os alunos de 6º e 7º ano tem muito interesse pelas aulas. Porem, os de 8º e 9º já consideram as aulas monótonas, por conhecerem os programas e por ter seus interesses voltados para Orkut, MSN, e todas as informações que eles podem acessar em casa ou em lan houses.

Quando iniciou seu trabalho, a professora ensinava apenas a parte técnica, como se fosse um curso de informática. Atualmente, ela trabalha apenas a parte pedagógica, onde os alunos têm a oportunidade de assimilar melhor os conteúdos estudados em sala de aula, associando a informática às demais disciplinas. Na opinião da professora, a utilização da informática apenas para fins pedagógicos limita seu trabalho, pois apesar de contribuir para o aprendizado das disciplinas tradicionais, é o ensino técnico que vai prepará-lo para o mercado de trabalho. Assim, ela acredita que é necessário que haja uma integração entre trabalho técnico e pedagógico, para um melhor aproveitamento dos alunos, principalmente os que estão no 8º e 9º ano.